sábado, 9 de junho de 2012

Criatividade não é Petróleo!

Enquanto lia a revista Superinteressante deste mês, li esta excelente matéria, e gostei tanto do texto que não pude deixar de compartilhar com os leitores deste blog.

O texto é de: Alexandre Versignassi



O mundo estava acabando em 1915. A população de cavalos nos EUA tinha chegado a um ponto insustentável. Eram 21 milhões de animais consumindo, cada um, 4 toneladas de comida por ano, entre grãos e alfafa. Um terço das terras agricultáveis dos EUA estava dedicado à alimentação deles. Mas não dava para viver sem cavalos. A agricultura dependia dos quadrúpedes. Sem cavalo para puxar arado, você não tem plantio de larga escala. E sem plantio de larga escala não dava para alimentar uma população mundial que já roçava a marca de 2 bilhões de habitantes. Mas agora a conta ameaçava não fechar mais. Era a profecia do economista Thomas Malthus virando realidade: a terra não teria condições de suportar bilhões de pessoas. Malthus tinha previsto isso lá atrás, em 1798. Os donos do dinheiro não deram ouvidos. E agora, em pleno 1915, era tarde demais. Mas não. Se você está lendo este texto agora é porque passamos bem pela crise da superpopulação equina. E o herói que salvou o mundo dessa tem nome: petróleo.
O motor à combustão interna, na forma de tratores e carros, substituiu os cavalos. E o petróleo tomou o lugar dos grãos e da alfafa no papel de fonte de energia, liberando terras para o plantio de comida para humanos. De quebra, um subproduto da produção de petróleo, o gás natural, virou a base para a produção de fertilizantes - sem os quais não daria mesmo para alimentar bilhões de cabeças humanas. E hoje uma parte razoável do que você come passou por uma fábrica de fertilizantes antes de entrar na sua boca - carvão, gás e ar, a matéria-prima dos insumos agrícolas, entraram para o nosso cardápio. Ainda bem. O boom na produção de comida alimentou outro: a da produção de riqueza na forma de bens materiais. Essa sim, e não a população, cresceu de forma exponencial, como traduz o jornalista inglês Matt Ridley em seu livro O Otimista Racional: "A classe média americana de 1955, luxuriante em seus carros, confortos e aparelhos elétricos, hoje seria descrita como ´abaixo da linha da pobreza` nos EUA. Hoje, dos americanos oficialmente designados como pobres, 99% têm energia elétrica e geladeira, 95% têm televisão". No Brasil, o salto é até mais espantoso, já que nosso boom de produção de riqueza é bem mais recente. Em 1992, um quarto dos domicílios não tinha televisão. Em 2009, 95,6% tinham. A penetração das máquinas de lavar quase dobrou desde 1992 para cá: de 24% das casas para 44%. E tem os celulares. No ano 2000, a Finlândia chegava à marca de um celular por habitante. Em 2010, o Brasil ultrapassou. E hoje temos 247 milhões de linhas, ativas, contra 195 milhões de habitantes.
Mas agora a prosperidade é a vilã. O discurso comum é o de que, nesse ritmo, a terra não aguenta. Haja lítio para tanto celular. Haja carvão para tanto consumo de energia. Haja fertilizante para os trabalhadores braçais que hoje se alimentam mais e melhor que o rei Henrique 8º. A conta também não fecha mais para o motor de combustão interna. Nem para o carvão como fonte de energia - não dá mais para brincar com as emissões de CO2, e com o clima. E tem a água: a produção de 1 kg de carne demanda 15 mil litros de água. E com bilhões de Henriques 8ºs por aí, o planeta chia: hoje 2,7 bilhões de pessoas sofrem com falta de água pelo menos durante um mês por ano. Mas, de novo, nada disso significa que Thomas Maltus estava certo. A tecnologia que nos livrou do caos lá atrás agora nos leva a outro caos. Ok. Só que já começam a pipocar soluções. Na ponta da energia, há o "carvão limpo" - termelétricas que eliminam o CO2 da fumaça que emitem. Os gastos com essa filtragem seriam cobertos com um aumento de 30% na conta de luz - indigesto, mas viável. E a fusão nuclear, que não deixa resíduos radiativos e promete energia virtualmente infinita, continua no horizonte. Na ponta da água, a solução pode estar numa criação do inventor do Segway, Dean Kamen: um aparelho capaz de transformar água salgada (e de esgoto e de rios poluídos) em água potável. Cada unidade, do tamanho de um frigobar, produz mil litros de água por dia - havendo energia limpa e barata para que esses "frigobares" possam trabalhar, teremos água para tantos quantos cavalos ou Heriques 8ºs existirem no mundo. Tudo isso é a salvação da lavoura?
Não. Temos muito a resolver antes de decretar a viabilidade de um mundo para 10, 20 bilhões de pessoas. Mas iniciativas desse tipo mostram um ponto que Thomas Malthus e outros profetas do apocalipse não costumam levar em conta: o de que a inventividade humana não é petróleo. Não é um recurso finito.

Fonte: Revista Superinteressante, Junho de 2012
Autor do texto:  Alexandre Versignassi

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Dinheiro Fantasma

 

 Imagine você meu caro leitor, nos fundos do quintal da sua casa, fabricando e imprimindo seu próprio dinheiro! Isso mesmo! Fabricando notas novinhas e podendo gastar por ai quando e onde quiser. Aparentemente isso seria fantástico não é mesmo? Mas, obviamente é claro que você jamais faria uma coisa dessas e por um simples motivo, isso é crime e da cadeia.

Mas não para as instituições financeiras, e não estou falando da casa da moeda, que é a única organização que pode fabricar e imprimir dinheiro, estou falando dos bancos e instituições de crédito. Eles não fabricam e imprimem dinheiro em papel como acontece com a casa da moeda, mas se utilizam de uma artimanha muito mais eficiente e o que é pior, estão dentro da lei, trata-se do dinheiro virtual.

Vamos entender como isso funciona: 

Provavelmente você utiliza várias formas de pagamento e de movimentação financeira virtual, como o cartão de débito, web banking, cartão de crédito, transferências via caixa eletrônico e etc. Até mesmo o cheque que não é virtual, mas também se enquadra neste caso, é uma forma de gerar dinheiro de mentira ou seja, qualquer forma de pagamento e movimentação financeira que não seja feita através de dinheiro vivo, contribui para que as instituições financeiras fabriquem dinheiro a partir do nada.

Antigamente o dinheiro tinha lastro e esse lastro estava atrelado ao ouro, a quantidade de dinheiro existente na economia deveria ser equivalente a quantidade de ouro existente na natureza, obviamente não se pode despejar dinheiro a vontade na economia, senão ele perde o poder de compra devido a grande quantidade existente em circulação, o que consequentemente gera inflação.

Agora, imagine a seguinte situação, vamos imaginar que eu tenho cem reais em dinheiro vivo, em papel, e resolvo depositar esse dinheiro em minha conta no Banco A, sendo assim agora eu tenho cem reais em minha conta e posso gastar estes cem reais quando eu quiser usando meu cartão de débito. Teoricamente os bancos emprestam os dinheiros que lá são depositados, imaginemos que o Joãozinho vá até o banco A e pegue cem reais emprestados, o banco A empresta estes cem reais que são meus, na sequência o Joãozinho deposita estes mesmos cem reais em uma conta que ele tem em outro banco, o banco B, agora o Joãozinho tem cem reais, para usar com seu cartão de débito a vontade ou emitir cheques. Sendo assim, eu e Joãozinho junto temos 200 reais (100 meu e 100 dele), mas quanto existe de dinheiro de verdade nessa história? Apenas 100 reais, aqueles que eu depositei no Banco A, se ainda assim a Mariazinha ir até o Banco B pegar emprestado estes mesmos 100 reais e logo depositar em uma conta que ela tem no banco C, a Mariazinha passa a ter 100 reais creditados em sua conta e somando com o que eu tenho e o que o Joãozinho tem, equivale a 300 reais, porém, só existem 100 reais de verdade em dinheiro vivo. 

O que aconteceu então, 200 reais foi gerado a partir do nada, é dinheiro que simplesmente não existe, mas tem valor, pois você pode usar de forma virtual, usando cartão de débito e crédito.

Outro detalhe interessante é que quando você pega dinheiro emprestado nos banco, obviamente você paga Juros em cima deste valor, ou seja, não estamos falando apenas de 200 reais que foi criado a partir do nada, mas também de juros que incidem sobre um dinheiro que simplesmente não existe, ou seja, os bancos tem o poder de te emprestar um dinheiro que não existe e ainda te cobrar juros em cima desse dinheiro de mentira! Mágico não?

Eu usei aqui um exemplo simples para ilustrar a situação, mas a verdade é que existem bilhões em valores virtuais circulando na economia, sendo que o dinheiro de verdade existente representa apenas 10% do que esta em circulação virtualmente. Quando você visualiza o saldo da sua conta na tela do banco, o que você vê são apenas números na tela do computador, porém esses números estão disponíveis em forma de valores para você usar através de transações virtuais, mas esse dinheiro simplesmente não existe!!!

Mas ai você pode dizer: "Ah, mas eu posso sacar o meu dinheiro a hora que eu quiser!" Sim você pode, mas você pode porque existem milhões de pessoas que não sacam então o banco disponibiliza uma quantia de segurança para cobrir os saques dos clientes que resolvem sacar, mas imagina se por algum motivo, todas as pessoas que possuem conta em banco resolverem sacar a quantia que elas visualizam em seus saldos, tudo em dinheiro de uma vez, o que será que aconteceria? É simples, seria uma decepção tremenda, pois não existe dinheiro pra pagar todo mundo.
Este sistema criminoso (porém infelizmente legal pois existem leis que amparam esse absurdo) só é possível enquanto as pessoas continuarem usando sistemas virtuais de pagamento e transação financeira, e a tendência é cada vez mais esta forma ser utilizada, pois o dia em que pararem com isso a farsa é descoberta e o sistema quebra.

Isso acontece porque são os Banqueiros internacionais, que fazem parte da elite global e que controlam os governos, promovem políticos corruptos que aprovam leis que permitem isso.

Existe uma quantia exorbitante de dinheiro em circulação no mercado em forma de cheques e créditos de vários tipos, mas apenas uma pequena parcela dessa quantia existe de verdade em forma de moedas e notas, ou seja, não é o governo que esta colocando esse dinheiro em circulação, mas através de bancos privados emprestando dinheiro que não existe e ainda cobrando juros por isso.

Mas a parte em que eu quero chamar a atenção dos leitores aqui no blog, é que justamente por causa desta mágica,  é que as crises econômicas acontecem, a desigualdade social, os impostos absurdos, a miséria, a pobreza e muitas outras mazelas que cidadãos honestos como eu e você caro leitor, que não possui o direito de fabricar dinheiro, sofremos nas mãos deste sistema insano e covarde.

Por causa dessa "mágica" as dívidas das pessoas, das empresas e dos países alcaçaram níveis assustadores e esses juros refletem no dinheiro que pagamos ma forma de impostos pela comida, moradia, saúde, educação, vestimenta e etc. O sistema de pagamento de juros não existe como proteção econômica, na verdade é ele quem cria pobreza e desigualdade.


As indústrias, fábricas, organizações e comércio em geral, pagam quantias altíssimas de juros e taxas sobre transações financeiras, e são obrigados a embutirem esse custo no preço do produto final, que por fim nós acabamos pagando mais caro por causa da necessidade deles pagarem juros sobre um dinheiro que não existe isso sim é que gera inflação nos preços, esse dinheiro fantasma. Se você financiar uma casa que custa 100 mil, e parcelar em 20 anos, ao final do pagamento você pagou 3 casas, ou seja, estamos pagando 3 casas pelo direito de morar em um. A cada empréstimo, valores são colocados em circulação e aumenta o ativo do banco, sem nenhuma nota nova ter sido impressa, tudo isso é uma ilusão, pessoas que cultivam comida e produzem o necessário para a vida estão atoladas em dívidas e são empurradas a falência por pessoas que não fazem nada além de digitar números na tela do computador e cobrar juros por ela.
 

Estamos falando de um roubo legalizado, no início de tudo o dinheiro foi planejado pra ser um meio de troca de contribuições para a sociedade, mas com o sistema de cobrança de juros, ele se tornou um meio de controle com efeitos nocivos e devastadores.


Mas o que nós podemos fazer para mudar isso? Eu sinceramente não sei, afinal estamos condicionados a esse sistema, o que eu sei é que não podemos nos calar, esse é o roubo mais descarado do planeta, e poucas pessoas percebem isso, devemos compartilhar essas informações, a união do povo bem informado e não se deixando enganar pode muito em seus efeitos, vamos deixar a mediocridade de lado, e colocar nossas cabeças pra funcionar, pois é assim que deveria ser.

Jhonathan Souza

"Mente Fértil, Plantando Ideias, Colhendo Conhecimento."



sexta-feira, 16 de março de 2012

SOPA E PIPA - O fim da liberdade na Internet.

Bom! Eu particularmente adoro Sopa, aquela bem quentinha, com bastante legumes, no inverno é uma delicia, e eu gosto com macarrão, carne e cheiro verde; é irresistível, só o cheiro já da água na boca. Eu tenho uma receita especial que eu mesmo faço com macarrão, peito de frango, legumes, azeite e cheiro verde, também coloco cebola porque eu adoro além de ser nutritiva e leve.

Mas agora eu quero falar de outra Sopa, que me amarga só de pensar nela, esta sopa está sendo preparada no panelão de políticos do governo estadunidense com tempeiros pra lá de exóticos, como controle da informação, uma dose de manipulação, pitadas de censura e pra disfarçar o sabor amargo, um pouco de uma falsa ideia de proteção aos direitos autorais. Essa não me desse de jeito nenhum, mas, antes de mais nada, vamos entender como surgiu essa gororoba.

O SOPA (STOP ONLINE PIRACY ACT) e o PIPA (PROTECT IP ACT) tratam-se de projetos de lei que pretendem destruir a internet, não é exagero, trata-se de controle da informação, manipulação e censura.

Bom, o SOPA esta na câmara dos deputados e o PIPA no senado, ambos tem comp objetivo aparente, acabar com a pirataria e protejer os direitos autorais das pessoas, um motivo aparentemente justo, até porque, é importante que um artista, seja reconhecido por sua arte e tenha a mesma protegida por direitos autorais, mas o negócio não é tão simples assim, o projeto pretende impedir a pirataria através do bloqueio DNS, impedindo assim o usuário a acessar informações, uma explícita forma de censura.

Ser um internauta cidadão da China, do Irã e da Síria, é horrível, pois lá o governo bloqueia o acesso a informação e a população não tem a mesma liberdade na internet que nós Brasileiros temos por exemplo. Imagina essa forma de censura em escala global, inclusive aqui no Brasil? Imagine você não poder mais expressr sua opinião na internet, não poder postar suas fotos e músicas, perder a interatividade que a internet proporciona, seria o fim daquele sonho anarquista que a internet possibilitou como explicado no artigo anterior. Pois bem, é isso que pode acontecer caso o SOPA e o PIPA entre me vigor.

O Sopa permitirá que o DNS de um determinado site seja alterado, bloqueando este site ao acesso de determinados IP, e permitindo que tal site, não apareça em buscas como Google, Bing, Ask etc, ou seja, o site é varrido da internet.

estando sujeito a determinada punição, os sites pasarão a bloquear as postagens de usuários, restringindo o seu conteúdo e censurando o usuário e isso acontecerá com qualquer site da internet, incluindo suas redes sociais favoritas como Facebook, Twitter, You Tube e etc. Com a nova lei, a página pode ser totalmente bloqueada.

O SOPA e o PIPA permitem que o governo americano censure completamente sites acusados de conter conteúdo "pirata", indo do Facebook a simples blogs como este que você esta a ler neste momento.

Toda a criatividade, conhecimento e coisas inovadoras sendo bloqueadas e sensuradas se aprovado esse tipo de coisa. Tudo o que a internet conquistou, indo para o vinagre, uma manipulação total e controle da informação, bem a cara destes governos manipuladores e ditatoriais, que controlam a vida, a conduta e a mente dos cidadãos, pois a internet pode ter sido o maior ato libertário da atualidade, uma ferramenta poderosíssima nas mãos de quem sabe usa-la. O governo nada bobo e sabendo que o povo quando unidos e bem informados, tem poder para mover montanhas, tenta manipulare a informação como vem fazendo a séculos, emburrecendo as pessoas com todo o lixo que a mídia nos empurra guela abaixo e justamente contra essa manipulação que temos que combater projetos ameaçadores com o SOPA e o PIPA, pois temos direito a liberdade de expressão, e de informação, podemos compartilhar o que quisermos, a informação e a cultura é de domínio popular.

A maior enciclopédia do mundo foi uma das primeiras a protestar contra esse projeto ridículo, a Wikipédia, que é o resultado da união dos internautas, um exmplo de compartilhamento de informação e conhecimento livre e de graça esta na luta contra essas leis, não podemos deixar que o congresso americano aprovem leis que danifiquem a internet livre aberta.
 

A internet tem sido a espinha dorsal da liberdade de expressão, o veículo que porporcionou e proporciona protestos ao redor do mundo, mas imagine a indústria do entretenimento e o Governo tendo o poder de censurar a internet. Empresas privadas tendo o poder de derrubar sites de compartilhamento de arquivos, principalmente de filmes e músicas. Essa intenção esfarrapada de proteger os direitos autorais não passa de uma intenção macabra de manipulação e controle. Sempre que alguém se expressar, fazer arte, pensar, compartilhar informações ou organizar protestos e qualquer ligação que o site encontrar com a indústria do entretenimento fará com que o o PIPA bloqueie a página, remova sua postagem ou cancele o site.

Todos os sites incluindo redes sociais, passarão a ser responsáveis por tudo o que seus usuários postam em suas publicações, podendo bloquear o usuário sob pena de ter o site fora do ar e cidadãos comuns poderão pegar até 5 anos de prisão.

Todos nós sabemos que nem o SOPA nem o PIPA irá parar a pirataria, isso só vai introduzir a censura em um meio de comunicação livre, tornando-o menos seguro e menos confiável.

A aprovação de tais leis também só vai garantir que as pessoas passem a comprar mais filmes de hollywood, mais CD's de músicas e programas, enriquecendo e engordando as contas bancárias de gravadoras, indústrias cinematográficas e empresas multimilionárias, enquanto a popualação continua cada vez mais pobre mais dependente de seus governos.

O SOPA e o PIPA são o retrocesso da internet, uma forma descarada de controle de informação, devemos nos opor a esse tipo de coisa, fica aqui então o meu protesto e continuarei usando este espaço para divulgação livre de informação gratuita, pelo menos, enquanto este blog existir e não for censurado pela SOPA e pela PIPA do governo norte americano.


"Mente Fértil, Plantando Ideias, Colhendo Conhecimento."

Jhonathan Souza